terça-feira, 30 de outubro de 2012

Scan revela port de Dragon Quest VII para a 3DS

Um dos Dragon Quests mais populares vai chegar à 3DS.

Os japoneses são loucos por "Dragon Quest" e Nintendo. E como há dois títulos da saga que não sairam em consolas da Nintendo, o melhor é remediarem isso.
É o que nos revela este scan divulgado nos fóruns da NeoGAF, onde se vêm as primeiras imagens do port de "Dragon Quest VII" que estão a preparar para a 3DS. O lançamento está previsto para Fevereiro de 2013 e eu diria que a hipótese de vermos este jogo no Ocidente é muito grande, pois já recebemos os títulos IV, V, VI e IX na Nintendo DS, bem como muitos outros spin-offs.

"Dragon Quest VII" foi lançado em 2000 para a PlayStation, marcando uma rutura da Enix com a Nintendo, que ficou sem o sétimo e o oitavo "Dragon Quest". Algo que, por este andar, ficará resolvido muito em breve.

3DS eShop - 1 de Novembro de 2012

Ouro e caveiras, é tudo o que interessa nesta vida.

Estão aí os downloads desta semana lançados na eShop da Nintendo 3DS, dia 1 de Novembro de 2012.

Aplicações de download da Nintendo 3DS
- Monster Shooter
- Samurai G
- New Style Boutique (Fashion Contest Demo)

Virtual Console
- Gradius (NES)

DSiWare
- Come On! Dragons

domingo, 28 de outubro de 2012

Crítica - Mother 3 (GBA)

Vermelho: o prenúncio de uma viagem emotiva.

Título: Mother 3
Produtora: Nintendo / Brownie Brown / HAL Laboratory
Publicadora: Nintendo
Data de Lançamento: 2006.06.20 (Japão)

Trata-se de uma criação de Shigesato Itoi, um japonês pós-modernista e homem dos sete ofícios. Desenvolvida pelo estúdio Brownie Brown, é o último de três capítulo de uma espetacular saga que se insere dentro do género RPG, sendo composta por 3 títulos: "Mother", "Mother 2" e "Mother 3". O primeiro saiu em 1989 para a NES, o segundo em 1994 para a SNES e o terceiro em 2006 para o GBA. Apenas o Mother 2 saiu, legalmente, fora do Japão, sob o título de "Earthbound" e é considerado um clássico de culto.

Como fã do título da SNES, tinha grandes espectativas sobre o terceiro jogo, sobretudo devido a todos os contratempos e atrasos envolvidos na produção. Para terem uma ideia, o jogo esteve quase completo e pronto a sair na N64 em 2000, foi cancelado sabe-se lá porquê, em 2003 anunciam que afinal vão fazê-lo de novo para o GBA, e finalmente é lançado em 2006. Uma derrapagem de 10 anos. E eu ainda cheguei a ter esperanças que a Nintendo tivesse o bom senso de o lançar cá fora. Confesso que fui ingénuo.

Não me parece que esteja muito incomodado com isso...

Não lançou, obviamente, e o mundo ficou enraivecido. Por sorte, traduzir este tipo de pérolas é uma prática que já se está a estabelecer muito bem entre a comunidade de fãs, e por isso cedo se iniciou o projecto de traduzir a besta de texto que é "Mother 3". A 17 de Outubro de 2008, o patch com a tradução completa para inglês foi lançado.

História: O início do jogo cativou-me bastante, mas só depois de ter chegado ao quarto capítulo, que é quase um segundo início, como se tudo o que estivesse para trás fosse prólogo, é que me agarrei a fundo realmente. Para que se saiba, o jogo tem oito capítulos.

Hinawa e os seus dois filhos, Lucas e Claus, vão passar uns dias em casa do avô Alec. Flint, o pai da família, ficou em casa a cuidar das ovelhas. Tudo isto se situa na Nowhere Island, onde se estabeleceu uma pequena comunidade ligeiramente diferente daquilo que estamos habituados, onde não existe dinheiro, carros ou televisões, mas todos vivem felizes e em amizade com os animais. Aparentemente não têm contacto com outra civilização e o passado da própria ilha é um bocado desconhecido.
Quando Hinawa e os filhos regressam a casa, pelas montanhas, algo muito grave e perturbador acontece, e a pouco e pouco a vida de todos os que habitam a ilha muda por completo.

Por sorte temos um tradutor de Mooês.

A quantidade de reviravoltas que se segue fica para vocês descobrirem  caso algum dia peguem neste jogo. Mas para que saibam com o que podem contar, imaginem um mundo construído pixel a pixel, com cores pastel saídas de um livro infantil, habitado pelas mais surreais criaturas e eventos, onde cada personagem possuí características bem definidas e novas falas regularmente, as referências à pop-culture e videojogos são mais que constantes e tudo é envolvido por uma visão pós-modernista, adulta, cómica e narrativamente brilhante. Tal como diz o slogan, trata-se de um jogo “Strange, Funny and Heartrending“.

Mais ou menos o mesmo que acontece em Mother 2, embora esse esteja um pouco mais marcado pelas inúmeras referências à cultura popular americana. Algo que, não tenho a certeza, talvez apenas tenha acontecido devido à localização do jogo para esse país. Não sei como era realmente na versão japonesa.

Momentos de encher o coração, até para escaravelhos do estrume.

Jogabilidade: Em termos de sistema de combate, é aí que reside, acho eu, o factor mais importante para decidir se poderão ou não gostar deste jogo. Trata-se de combates por turnos, algo habitual na grande maioria dos RPG japoneses, mas neste caso com vista na primeira pessoa. Isto, tanto quanto sei, não agrada a muita gente que está habituada a combates com vários ângulos de câmara e montes de efeitos mais “realistas”. E não duvido que o Itoi estivesse consciente desse facto pois a verdade é que nota-se uma tentativa de “melhorar”, mesmo que no Japão ainda haja muitos adeptos a este sistema. Os combates são bem mais rápidos do que era comum antigamente e contam também com várias particularidades que lhes dão alguma complexidade, sendo tudo isto um desenvolvimento daquilo que já havia em Mother 2.

Por exemplo, quando um inimigo ataca uma das nossas personagens, o HP não é subtraído instantaneamente como estamos habituados, mas sim progressivamente. Isto permite alguma estratégia nos combates. Por exemplo, se tivermos 100HP e o inimigo fizer um ataque de 110HP, o contador começa a descer até chegar aos 0HP. Mas se, durante esse tempo, utilizarmos alguma coisa que restabeleça, por exemplo, 30HP, o contador já só irá descer até aos 30HP em vez de 0HP. Por outro lado, se soubermos que com mais um ataque o inimigo morre, podemos deixar o contador ir descendo e atacar, pois assim que a batalha chegar ao fim também o contador pára e, basicamente, prevenimos a morte iminente e não gastámos nenhum item. Sem esquecer que, apesar de isto parecer tornar as coisas muito fáceis, é necessário agir com rapidez antes que o contador chegue ao fim. Não foram poucas as vezes em que me fiei demasiado na sorte e perdi o combate.


A versão 2.0 será implacável. Até ao lançamento da 3.0.

Há também outro pormenor, já presente desde o Mother 2, que é o facto de podermos fazer combos com os ataques se formos pressionando o botão A ao ritmo da música. Obviamente, isto implica que a música dos combates não seja sempre a mesma, havendo tanto ritmos simples de acompanhar como outros bem mais difíceis. Mas não é algo essencial, pode-se muito bem passar o jogo sem recorrer a isto, mas que dá muito jeito lá isso dá.

Quanto ao resto do sistema de combate, é tudo bastante típico. Atacar, utilizar items, PSI (pode entender-se como Magia), defender e fugir da batalha. Quero, no entanto, referir que aprecio bastante os itens do jogo. Não há cá Poções para ninguém, nem existe apenas um tipo específico de itens curativos. O que se encontra são alimentos variados ou outras coisas com nomes estranhos que restabelecem mais ou menos HP.

   
Cenários surreais compõe o mundo de Mother 3.

Ambiente: Isso enquadra-se no tipo de humor que está presente em todo o jogo, que está constantemente a remeter para a presença de um jogador, ou seja, nós próprios. Houve um momento que eu adorei e nunca me vou esquecer, e tenho muita pena de não ter tirado screenshot. Havia uma placa informativa que dizia apenas o seguinte: “Obrigado por teres partilhado um pouco do teu tempo para vir ler esta placa. Esta placa adora-te.” Este é um tipo de humor pelo qual eu facilmente me apaixono. Caso decidam jogar, nunca evitem falar com os animais, pois são os mais cómicos.

Outra placa muito informativa.

Em relação às personagens principais, as que controlamos, infelizmente não posso revelar quais são, pois considero isso um bocado spoiler. Vejam lá bem como este jogo é! E acho que não estou a exagerar, pois é mesmo algo que fica bastante incerto até, pelo menos, ao quarto capítulo do jogo.
Posso dizer, no entanto, que se controlam várias personagens em diferentes momentos do jogo. Por exemplo, se até determinado momento estivemos a acompanhar a história de acordo com a perspectiva de uma personagem, é possível que, mais tarde, controlemos outra personagem e vejamos os eventos sob essa perspectiva. Sei que hoje em dia isto já se vê muitas vezes, mas achei que aqui foi um recurso mesmo muito bem executado.

Para que saibam, o jogo é até relativamente curto, em comparação com outros RPGs mais famosos no ocidente. Concluí com 22 horas de jogo e há quem tenha chegado ao fim muito mais depressa. Mas o impressionante disso tudo é que está tão cheio de pormenores e de diversidade que parece uma aventura muito mais longa. Mas quando terminei fiquei com vontade de mais, sem dúvida.

Uma habitação no mínimo fabulosa.

O aspecto visual é também bastante semelhante ao segundo capítulo da saga, mas com o interior das casas menos exagerado no tamanho e a perspectiva mais normal. É, no entanto, um mimo para qualquer fã de pixéis e 2D, como eu. Do melhor que já vi.

Tendo lido tudo o que escrevi, ficam com a ideia que é demasiado japonês? Parece-vos algo incapaz de ter adeptos cá fora? Talvez só possam responder depois de jogar, mas acho que consegui mostrar que, na verdade, não passa de um videojogo que se encara como tal e que não tem nacionalidade. É, até, bastante multi-cultural e apropriado para uma geração habituada à globalização, com temas tão universais como a família ou o maldade que pode advir do excesso de poder. Posto isto, não vejo porque é que o mercado ocidental não há de estar disposto a experimentar este tipo de videojogos. Talvez a Nintendo nos saiba explicar. Ou talvez não.


Wikipedia (Inglês)

sábado, 27 de outubro de 2012

Ainda não esquecemos Luigi's Mansion: Dark Moon



Mas obrigado por nos relembrares, Nintendo!

Este vídeo foi mostrado na Nintendo Direct japonesa desta semana, como pretexto para nos recordar que Mario vai de férias em 2013 e Luigi vai tomar o comando. Bem, pelo menos nos três primeiros meses, que é mais ou menos a data de lançamento prevista.
Com 3 mansões para explorar em vez de 1, o segundo jogo de Luigi como caça-fantasmas promete ser um dos melhores títulos para começar o próximo ano e até tornar-se um jogo de culto como o primeiro.

Já agora, e para que não haja dúvidas, "Luigi's Mansion: Dark Moon" é o nome ocidental do jogo, enquanto que no Japão o subtítulo é apenas "2".

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Paper Mario: Sticker Star recebe um novo trailer


A Nintendo está a fazer um excelente trabalho em fazer-nos pensar em todos os jogos que vão sair, menos os desta semana. Mas não vou fingir que percebo alguma coisa de marketing, por isso fiquem com outro dos jogos destacados na Nintendo Direct americana, e pelo qual ainda teremos de esperar mais de 1 mês, "Paper Mario: Sticker Star"!
Estou a gostar muito do aspeto do jogo e espero que não se foque demasiado em plataformas, como o "Super Paper Mario" da Wii.

Novo vídeo de Professor Layton vs. Ace Attorney


A Nintendo Direct japonesa desta semana mostrou-nos mais um vídeo de "Professor Layton vs. Ace Attorney". E depois de jogar o "Miracle Mask", fica mais claro que os gráficos que vemos vão ser mesmo incríveis, provavelmente melhores, até. Eye candy por todo o lado!

"Professor Layton vs. Ace Attorney" tem data de lançamento japonesa agendada para dia 29 de Novembro.

Primeiro trailer inglês de Animal Crossing: New Leaf



Outro jogo que foi mencionado na Nintendo Direct americana de ontem foi "Animal Crossing: New Leaf", cujo subtítulo até agora era "Jump Out" uma tradução direta do japonês "Tobidase". Isto não significa que o título seja o mesmo na Europa, sobretudo se tivermos em conta o que aconteceu com a versão do Wii, "Let's go to the City", diferente do americano "City Folk", mas igual ao japonês "Machi e Ikou yo".

Eu gosto mesmo mais de "Jump Out" do que "New Leaf", mas a verdade é que isso pouco importa, só quero o raio do jogo! A data de lançamento é tão vaga como "primeiro semestre de 2013".

Capa europeia de Paper Mario: Sticker Star

O Mario não se importa com os Goombas na Europa.

Foi através do Twitter que a Nintendo confirmou a capa europeia de "Paper Mario: Sticker Star". Significa que não teremos Mario a martelar um Goomba, como os americanos, mas teremos exatamente a mesma capa que os japoneses. É um pouco mais infantil do que gostaria, mas funciona.
Já repararam que a Nintendo tem recorrido muito ao Twitter ultimamente? Bem, nós também!

À esquerda, capa americana, à direita, capa japonesa.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Primeiro trailer inglês de Fire Emblem: Awakening


Quando pensávamos que com um novo Layton tínhamos tudo, lá vêm montes de coisas novas na Nintendo Direct americana que acabou há pouco. Nomeadamente trailers, montes deles. E se a europeia trouxe muitas coisas boas há umas semanas, os americanos ficaram com imagens de alguns jogos que não nos foram referidos, mas que estão confirmados para 2013.

Um deles é "Fire Emblem: Awakening", o Tactical RPG da Intelligent Systems que tem feito furor no Japão desde Abril deste ano, muito graças ao DLC de personagens que tem sido lançado. Confirma-se que esse mesmo DLC acompanhará o lançamento americano, o que significa que muito provavelmente também o teremos cá pela Europa.

Muito hype por este jogo, muito mesmo.

Professor Layton and the Miracle Mask já disponível em algumas lojas

A true gentleman leaves no puzzle waiting.

Caso estejam ansiosos por pegar em "Professor Layton and the Miracle Mask", não precisam de esperar até amanhã para o fazer, pois algumas lojas já o têm nas prateleiras. É o caso do El Corte Inglés, em Lisboa, onde já fui buscar a minha cópia do cavalheiro mais cavalheiro de sempre.
Mas não se esqueçam, só a partir das 8 horas de amanhã é que começa a contar o registo dos códigos do Club Nintendo, para se habilitarem a ganhar a etiqueta de bagagem do Layton.

n-Space pronuncia-se sobre as vendas de Heroes of Ruin


Don O'Leary da n-Space falou recentemente sobre o (in)sucesso de "Heroes of Ruin" numa entrevista dada ao site Super Phillip Central. Apesar de o jogo ter sido publicado pela Square Enix e ter até recebido uma demo na eShop, as vendas mundiais não ultrapassaram as 90.000 unidades.
"Não, não estamos satisfeitos com as vendas. A taxa de adesão da 3DS é... desafiante na melhor das hipóteses e parece que, apesar de tudo o que prometia, o "Heroes of Ruin" não cativou o suficiente a audiência existente. Estou super satisfeito com o que fizemos e gostava de voltar ao género um dia, mas receio que o "Heroes of Ruin" não teve impacto comercial suficiente para justificar uma sequela."
Por acaso acompanhei o desenvolvimento deste jogo e fiquei com grandes expectativas, a ponto de o comprar. E embora não ache que seja o melhor jogo da 3DS, também não posso dizer que seja mau. Já me diverti bastante com ele. Mas entendo o fracasso e não culparia a "audiência existente", como Don. O jogo, de facto, não atinge o mesmo nível de qualidade que muitos outros jogos (sobretudo aqueles que os japoneses já andam a jogar, tipo "Monster Hunter") e os jogadores notam isso e tomam decisões consoante isso. E se não fores um franchise estabelecido, o desafio ainda é maior.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Penélope Cruz não deixa um único quebra-cabeças por resolver!


Mistério resolvido! Não pelo Professor Layton, mas pela simpática Penélope Cruz, mesmo a tempo de promover o quinto título da série de quebra-cabeças mais famosa da Level-5 e da Nintendo, que é lançado esta sexta-feira.

O vídeo misterioso lançado na segunda-feira, que gerou alguma especulação sobre o que seria o "urso cego com chapéu azul", referia-se a "Professor Layton and the Miracle Mask" e por isso mesmo foi-nos entregue sob a forma de quebra-cabeça. O urso azul encontra-se num dos vários desafios do jogo.

Por um lado, tenho pena que não se refira a algo mais surpreendente, mas por outro lado acho o anúncio genial. Muito bem, Penélope.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

NightSky chega à eShop da 3DS em Novembro

Brevemente numa eShop perto de si.

Foi através de um tweet que a Nicalis confirmou a chegada do título "NightSky" à eShop europeia em Novembro, depois do lançamento nos EUA esta semana. Este título de puzzles de plataforma baseados em física foi originalmente lançado para PC e Wii em 2010. Confesso que não joguei nenhuma das versões, mas parece ser bastante interessante. Fiquem com o trailer e decidam antecipadamente se o vão adquirir ou não!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Nintendo lança vídeo viral com Penélope Cruz


Parece que a Nintendo gostou da participação de Penélope Cruz no anúncio de "New Super Mario Bros. 2", a ponto de a atriz entrar agora numa nova campanha misteriosa, acabadinha de lançar na internet. Trata-se de um pequeno vídeo viral onde vemos a atriz a fugir de um set de gravações e a gritar "É o urso cego! O urso cego de chapéu azul!", finalizando com um hashtag: #blindbear.
Sinceramente ainda não consigo chegar a lado nenhum, nem dar uma pista válida. Pode até ser um anúncio para um jogo da Wii U, mas tendo em conta a participação anterior, poderá bem ser para um jogo da 3DS novamente. Talvez... "Animal Crossing"?
Comecem as especulações!

3DS eShop - 25 de Outubro de 2012

Mais um first-person shooter on-rails na eShop.

Estão aí os downloads desta semana lançados na eShop da Nintendo 3DS, dia 25 de Outubro de 2012.

Aplicações de download da Nintendo 3DS
- Heavy Fire: Special Operations 3D

Virtual Console
- Mighty Bomb Jack (NES)

Vídeos para download
- BREAKTHRU Films

Crítica - Professor Layton and the Spectre's Call (NDS)

Gosto do estilo das capas europeias, mas prefiro as japonesas.

Título: レイトン教授と魔神の笛 (Layton-kyouju to Majin no Fue)
Produtora: Level-5 / Brownie Brown
Publicadora: Nintendo
Data de Lançamento: 2011.10.17 (EUA), 2011.11.25 (Europa)

O quarto título da saga Professor Layton sempre me deixou expectante devido a três aspectos: por mostrar-nos a origem da união entre o professor e o seu assistente Luke; a adição de um jogo extra chamado London Life (não encontrada na versão europeia); e a curiosidade em saber se iam conseguir manter a fórmula interessante ou repetitiva. Por incrível que pareça, a minha opinião sobre o jogo reflete-se pouco nestas três coisas, pelo menos de forma positiva.

Layton, o verdadeiro cavalheiro.

História: Para além dos quebra-cabeças, que têm perdido alguma parte do seu encanto de jogo para jogo, a história é o aspecto mais importante de qualquer Layton, não fosse esta uma saga de jogos de detetives. Neste caso o jogo sai muito favorecido, sobretudo na premissa, que leva Layton a visitar uma cidade que sofre ataques por parte de uma criatura misteriosa que dizem ser o Espetro de uma lenda antiga. É lá que Layton se cruza com Luke Triton, o seu futuro assistente, que parece saber bastante sobre o incidente do Espetro. A maneira como os eventos são introduzidos carrega-os de grande mistério, o que cativa a progressão na história, uma fórmula bastante comum, mas eficaz. Contudo, neste episódio, à medida que as incógnitas vão sendo desmistificadas, as respostas são meio previsíveis e pouco interessantes, o que prejudica o jogo.

Da metade até ao final, já com quase todo o enredo descoberto, este departamento torna-se um pouco medíocre, e não se equipara às descobertas e revelações dos finais nos outros episódios. Este é um dos verdadeiros problemas deste jogo. Para compensar, este é o Layton com mais vídeos de sempre, todos com uma animação excelente, como vem sendo hábito. Quase dava para fazer uma curta-metragem juntando todos os segmentos de vídeo.

Os três companheiros à espera de uma revelação bombástica.

Gráficos: É quase desnecessário falar sobre este aspeto, sendo já certo e sabido que a Level-5 produz os melhores gráficos encontrados na Nintendo DS. Sprites 2D com animações bem desenhadas e cenários 2D igualmente detalhados, é o que "The Spectre's Call" tem para oferecer. Os 3 mini-jogos também saem favorecidos em termos gráficos, havendo um deles que recorre a uma perspectiva isométrica. Gostaria de ter visto algum 3D aplicado a este capítulo, no entanto. No fundo, que houvesse alguma novidade.

Pode-se, no entanto, falar dos gráficos no jogo extra, “London Life”, que contrariamente ao que acontece no jogo principal, apresentam um aspecto mais pixelizado, mas moderno, a par de jogos como "Mother 3".

Há sempre algo de hilariante sobre a miséria e destruição.

Jogabilidade: Mais uma vez a fórmula mantém-se. O sistema point & click é suficiente e, aliás, é o único, o que nos obriga a usar a stylus durante todo o jogo, o que na minha opinião é muito bom. Gosto de ver um jogo que utiliza o touch screen muito e bem. Os quebra-cabeças nesta entrega são muitos, mas infelizmente pouco variados, sobretudo para quem já jogou os outros Layton. Existem alguns repetidos, inclusivamente.

E tanto eu como outros comentadores concordamos que os enunciados dos desafios estão quase sempre muito vagos e pouco mal explicados, o que origina alguma frustração, sobretudo depois de sabermos a solução e percebermos que tivesse o enunciado sido mais claro e teríamos conseguido. Porém, é interessante verificar que, mesmo assim, os quebra-cabeças não são tão difíceis como os encontrados no terceiro jogo. 

Tenho quase a certeza que já vi isto antes.

Ambiente: Igualmente (sempre) bem conseguido, destaca-se sobretudo a enormidade da nova cidade, que tem reminiscências a todos os títulos anteriores, sobretudo o primeiro. Fez-me foi esperar por revelações e cenários mais impressionantes, como foi o caso do segundo jogo, mas tal não aconteceu. É talvez um aspeto que novos jogadores não irão notar, pois trata-se apenas de expectativas criadas pelos outros títulos Layton.

A música está dentro do género a que estamos habituados, com utilização do acordeão e piano a ter mais destaque, bem como alguns temas orquestrais. Nesse departamento eu diria que há uma maior aproximação com um ambiente francês do que propriamente inglês, mas não me queixo pois são melodias realmente boas e não existem aqueles cenários em que queremos estar pouco tempo devido a uma música irritante. A música final, que no jogo anterior foi da responsabilidade da Salyu, desta vez coube a Andou Yuuko, outra cantora que adoro. Com muita pena minha, no entanto, só a versão japonesa incluí a música completa, sobrando uma versão instrumental para as restantes regiões onde o jogo saiu. Uma pena, de facto.

Ou foram estes dois miúdos ou aquele gato!

O resto do departamento sonoro, como os efeitos ou vozes está também muito bem servido, havendo no entanto menos sequências faladas, talvez devido a haver mais vídeos (onde há falas, claro).

Fazendo apenas uma pequena menção ao jogo bónus, “London Life”, com o qual apenas perdi uma ou duas horas, devo dizer que está muito bem conseguido, embora a paleta de cores não fuja muito do ocre, o que se torna um pouco aborrecido. As semelhanças com "Animal Crossing" são muitas e os diálogos são de qualidade, sem aquele típico vazio de “estar só para encher” encontrado em alguns jogos extra ou spin-offs. Quase poderia ter sido um cartucho à parte, mas algo me diz que a sua inclusão serve para compensar falhas do jogo principal.

Sofás à beira mar, peixe e café, um belo jantar.

Tentando condensar o que se passa aqui, basta dizer que o jogo mantém os níveis de qualidade dos anteriores, o que o coloca num patamar superior a muitos lançamentos para a Nintendo DS, mas perde algum brilho pela falta de inovação ou conteúdos interessantes. Até os 3 mini-jogos são repetições de outros que já apareceram nos 3 anteriores. Por isso tudo, "Professor Layton and the Spectre's Call" revela-se como o mais fraco Layton até à data e possivelmente o mais curto.


Site oficial (português)

domingo, 21 de outubro de 2012

Dezenas de imagens de Animal Crossing: Jump Out! para comentar

Isto é que é uma capa bonita. Podemos ficar com a mesma cá na Europa!

"Animal Crossing: Jump Out!", ou "Tobidase Doubutsu no Mori" em japonês, está prestes a ser lançado na terra do sol nascente, com data marcada para dia 8 de Novembro. São inúmeras as imagens que têm saído para promover o jogo e mostrar todas as novidades. Uma dessas novidades está até diretamente relacionada, pois têm a ver com a possibilidade de fazer capturas de ecrã durante o jogo.
Fiquem com várias imagens, depois do salto.


"Senhor morsa, estão a olhar para nós!"

O que te fizeram, Pikachu?!

Era o que este quarto precisava, uma foto da amiga.

Tsubukichi, ou Tommy no ocidente, sempre contente com mais uma venda.

Com um olhar desses, fiquei convencido. Vou mesmo comprar.

NTDO, a abreviatura menos conhecida de Nintendo.

Haverá algo mais fofinho que uma alpaca azul?

O que interessa é participar. E ficar no pódio.

Um momento de reflexão para escolher uma das casas.

És tu, Luigi?

"Este Inverno sou a mais fashion."

Tsunekichi, ou Redd, famoso contrabandista de arte.

"Não preciso de casa, uma tenda chega bem."

Shizue, a nossa potencial secretária parece ser muito simpática.

"Com este papel de parede vou conquistar o mundo!"

Boa, já não precisamos de nadar!

Aquilo são estátuas de Cactuars?

Bem, agora há competição na conquista do mundo.

!!osoiretsim siam é oditrevni ralaF

Agora podemos tirar uma foto da nossa personagem a tirar uma foto!

A árvore da esquerda  a da direita.

"Sai um cocktail de formigas para aquele senhor ali."

O balão do João, sobe, sobe sem parar.