segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

3DS eShop - 24 de Janeiro de 2013

Mais quadradinhos para preencher, para júbilo de todos

Estão aí os downloads desta semana lançados na eShop da Nintendo 3DS, dia 24 de Janeiro de 2013.

Aplicações de download da Nintendo 3DS
- Picross e2
- 35 Junior Games

DSiWare
- Snowboard Extreme

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Crítica - Paper Mario: Sticker Star (3DS)


Título: Paper Mario Sticker Star
Produtora: Intelligent Systems
Publicadora: Nintendo
Data de Lançamento: 7 Dezembro 2012 (Europa)

Anunciado já em 2010, na altura em que a Nintendo explicou ao mundo qual seria a sucessora da Nintendo DS, só dois anos depois é que o quarto título de "Paper Mario" chegou a nós. Com origem na velhinha Nintendo 64, as aventuras de Mario por mundos feitos de papel continuaram em todas as gerações da consola caseira, com "The Thousand-Year Door" para a GameCube e "Super Paper Mario" para a Wii. Mas com "Sticker Star" a Intelligent Systems teve a cargo a tarefa de transpor este mundo para uma consola portátil que possuí poderes mágicos de 3D sem óculos. Uma tarefa algo difícil, mas bem sucedida.

O trio do costume, o rapto do costume.

História: A história de "Sticker Star" é muito despretensiosa, fornecendo apenas o mote básico para colocar Mario na clássica demanda pela sempre-raptada Princesa Peach, estabelecendo um mundo feito de papel cheio de humor e personagens loucas, bem ao estilo do universo criado por Shigeru Miyamoto.
Durante a Sticker Fest anual, que celebra a noite da passagem do Sticker Comet, Bowser decide tocar no cometa mágico porque ele é mau e tem de ser. Obviamente isso não augura nada de bom e o Sticker Comet parte-se em 6 bocados, Royal Stickers, que se espalham por 6 regiões diferentes do mundo. Como se não bastasse, a Princesa Peach foi raptada, porque é isso que ela costuma fazer. Nisto aparece Kersti, a guardiã real dos 6 Royal Stickers, que é uma coroa prateada. Ela precisa que Mario lhe ajude a viajar pelas diferentes regiões para reaverem os 6 autocolantes reais e, ao mesmo tempo, salvar a Princesa Peach das garras do Bowser!

Afinal está tudo tão pacífico, onde andam os Goombas?

Se uma narrativa simples como esta não vos convenceu, é porque esperavam demasiado de um jogo como "Paper Mario", mas ainda assim acho que vale a pena embarcar na aventura e assistir aos pequenos momentos que acompanharão a viagem. Alguns dos eventos mais engraçados consistem em ajudar um Wiggler gigante a recuperar todas as partes do seu corpo, ou a corajosa tarefa de desassombrar uma mansão, explorar os pirâmides repletas de passagens secretas, desenrolar uma cidade (de papel) ou simplesmente colecionar stickers e objetos absurdos. São estes os componentes essenciais desta aventura portátil de "Paper Mario", que culminam num simpático e previsível final.
Não vão encontrar um enredo literário, vão encontrar um ambiente divertido e criativo, ao qual apetece regressar.

A alegria de enfiar-se num túnel verde, yay!

Jogabilidade: Os controlos são simples, movimentamos Mario através do analógico, o botão A para saltar, o B para usar o martelo, o botão L para falar com Kersti, o X para abrir o menu onde se encontram os autocolantes, objectos e informações. Por fim, temos o botão Y para aceder a uma das funções mais divertidas do jogo, a função de Paperize, que serve para colar ou descolar elementos no cenário. Colocar uma porta onde não existia uma, mover uma parede para um sítio mais útil ou acrescentar a ponte que nos faltava para passar para a outra margem. E se na maioria das vezes não é difícil perceber o que temos de fazer, noutras tantas estamos perante verdadeiros enigmas de autocolagem! Sendo um dos poderes que recebemos através de Kersti, só o podemos utilizar quando ele está connosco.

Aqui estão os Goombas que procurávamos, todos em linha estratégica.

Quanto à ação, essa é feita de diversas formas. Enquanto caminhamos pelas diferentes áreas as coisas desenrolam-se como num típico jogo de plataforma, tal como tem vindo a ser estabelecido nos vários "Paper Mario": saltos e marteladas são o suficiente para avançar na exploração. Já o contacto com inimigos acontece de outra forma, pois somos transpostos para um combate RPG por turnos, onde os nossos ataques, magias e habilidades correspondem a autocolantes (aqueles que temos de andar a colecionar ao longo da aventura!).

Quanto mais autocolantes tivermos, mais ataques podemos fazer, e se forem mais fortes, melhor, pois Mario depende disso para infligir mais dano, já que não existe nenhum sistema de Level Up ou equipamento. É possível também acrescentar dano ou defesa, bastando sincronizar o botão A com os nossos ataques ou os dos inimigos. Por isso não é só esmurrar o botão A para vencer, como já é habitual em muitos jogos. As batalhas dependem mesmo de uma boa estratégia e o nosso desempenho é recompensado com mais ou menos moedas no final do combate. Quanto mais moedas tivermos, mais autocolantes podemos comprar, o que torna Mario mais forte e preparado para derrotar qualquer Goomba malfeitor que lhe apareça à frente (e não só!).
Numa fase mais avançada, os inimigos mais fracos podem ser derrotados com uma simples martelada, sem entrar em combate, o que dá imenso jeito, tanto para evitar o tédio das batalhas demasiado fáceis, como para poupar autocolantes preciosos.

A missão de Mario é limpar todos os autocolantes
das paredes desta cidade!

E de atirar objectos inusitados contra as paredes!

Como disse há pouco, apesar da forte componente RPG, Mario não sobe de nível, mas o seu HP sim. Para isso é preciso procurar os vários corações +5 espalhados por todo o mundo, bem ao estilo de The Legend of Zelda. Para além disso, cada vez que apanhamos capturamos um dos 6 Royal Stickers, o nosso livro de autocolantes recebe uma nova página, permitindo assim carregar cada vez mais autocolantes importantes.
No todo, o sistema clássico dos combates RPG por turno está presente, só que sob uma forma bastante dissimulada.

O caminho óbvio é para cima!

O mundo de Paper Mario: Sticker Star é composto por níveis dispostos num mapa de papel, num sistema semelhante aos dos jogos da série "Super Mario" principal: temos de completar um nível para aceder ao seguinte. Por sorte, decidiram não fazer o caminho muito linear, havendo bastante liberdade na ordem que escolhemos para passar o jogo. E um nível raramente fica totalmente completo logo da primeira vez, havendo muitos motivos para revisitar tudo de novo.
O jogo é salvo sempre que saímos de um nível, ou então em Save Points em sítios específicos. Para um jogo portátil, em que dependemos de uma bateria e nunca sabemos muito bem quanto tempo vamos ficar a jogar, não sou muito a favor desta restrição nos saves, mas a verdade é que também não tive nenhum problema a esse nível com este jogo, pois existem muitas oportunidades para gravar.

Antes água que outra coisa. Tipo lava.

Bem, se é feita de papel não deve queimar!

Gráficos: Este jogo é mesmo bonito! Não se pode dizer que a qualidade do motor gráfico seja deslumbrante, mas o resultado final funciona muito bem e é isso que interessa. Como não podia deixar de ser, a paleta de cores é bastante viva e colorida, identificando adequadamente o tipo de ambiente que se pode esperar deste jogo. Os cenários foram construídos com muita criatividade e muito papel, ganhando uma profundidade extra através do efeito estereoscópico da consola. Acho que é um dos jogos que mais me agradou em termos de efeito 3D até agora.

Uma ventoinha contra um moinho. Parece-me injusto, para os Goombas.

Um pormenor muito engraçado é o facto de podermos encontrar objectos perfeitamente normais e tridimensionais inseridos num mundo completamente achatado. Esses objectos estão incrivelmente bem renderizados, mas só quando os transformamos em autocolantes é que se tornam verdadeiramente úteis para o jogo. O que se quer é tudo bidimensional, está claro!

Ambiente: Para além da paleta de cores característica e dos cenários de papel, o ambiente é também construído através da banda sonora. Sempre com uma vertente jazz, as músicas deste "Paper Mario: Sticker Star" revelam bastante qualidade, dentro e fora do jogo. Têm tanto de inocente como de humorístico, providenciando sempre um acompanhamento sonoro mais que adequado, sobretudo num jogo de uma consola portátil. Remeteu-me inúmeras vezes para jogos como "Grim Fandango" ou "Sam & Max", o que nunca é mau, mesmo não tenham nada a ver com o género em que se insere "Paper Mario". Infelizmente ainda não lançaram a banda sonora para venda, mas espero que o façam um dia.

O problema de se ser feito de papel. Pobres Toads.

Os Shy Guys não podiam ser mais fofinhos neste jogo!

"Paper Mario: Sticker Star" era um dos títulos que mais aguardava desde o dia em que comprei a minha 3DS. E mesmo que tenha aumentado as minhas expectativas ao longo do tempo, sempre tive a consciência que se tratava de um jogo para uma consola portátil, preparando-me para a eventualidade de ter diversas limitações. Felizmente, nenhuma dessas limitações alterou o prazer que foi jogar este título, pois está recheado de conteúdo divertido e criativo, e proporcionou-me um mês de jogatina intensa (o que não significa que não possa ser mais curto, se forem ainda mais intensos que eu)!

Gostei bastante do sistema de combate e do desafio de dominá-lo, bem como de finalmente poder ter uma experiência de RPG por turnos original, um bem demasiado escasso nas 3DS europeias. Só tenho pena de não haver mais conteúdo pós-jogo, pois apesar de ser permitido voltar para apanhar todos os segredos que nos escaparam, não há grande motivação para o fazer. Por mim bastava terem colocado alguns bosses opcionais secretos, bastante difíceis, e já teria mantido o interesse de melhorar o meu HP e stickers para os derrotar. É esse o principal problema de "Paper Mario: Sticker Star", não fornece grandes motivos para jogar de novo.


Site oficial (Português)
Wikipedia (Inglês)

Monster Hunter 3 Ultimate sai dia 22 de Março


A Capcom confirmou hoje a data de lançamento de "Monster Hunter 3 Ultimate", para a 3DS e Wii U: dia 22 de Março. O anúncio foi feito através de um novo trailer promocional do jogo, que revela a data no final. As imagens utilizadas são da versão Wii U, mas posso confirmar que a versão 3DS não fica nada atrás e proporciona uma experiência de caça portátil excepcional.

A Capcom anunciou também que dia 21 de Fevereiro, ambas as consolas receberão uma demo através da eShop.

Novas Imagens de Dragon Quest VII


O trailer de lançamento de "Dragon Quest VII" chegou ontem à eShop japonesa, e apesar de já estar na internet há coisa de 1 mês, o famoso canal de YouTube, NiNTENDOMINATiON, forneceu a todos uma versão HD em 1080p. Um excelente motivo para voltar a deslumbrar este ótimo remake para a 3DS do único "Dragon Quest" da PlayStation.

Como de costume, os efeitos sonoros são os mesmos de sempre, apesar de todo o melhoramento gráfico. A verdade é que esta é uma saga muito importante no Japão e os títulos antigos como este são sempre uma porta para a nostalgia de muitos jogadores, pelo que pequenas coisas como estas são importantes para manter o espírito de um jogo clássico.
Já a contrastar com isso parece que vamos ter uma liberdade de câmara muito grande, bem como uma nova abordagem aos combates. Não tenho dúvidas que este será um dos melhores RPGs da consola e espero bem que chegue à Europa, como os outros.

Fiquem também com algumas imagens, depois do salto.






















terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Novas imagens de Fire Emblem: Awakening


Depois da última Nintendo Direct do ano passado ficámos a saber que Fire Emblem: Awakening está agendado para Abril deste ano, aqui pela Europa. Mas os norte-americanos vão poder jogar este novo título da Intelligent Systems já no próximo dia 4 de Fevereiro, o que nos tem facilitado o acesso a vários trailers e imagens da localização inglesa, bem mais fácil de compreender do que o japonês.
Parece que estamos seguramente perante uma produção de grande qualidade, com longas horas de diálogo bem traduzidas, não fosse esse um dos elementos mais importantes desta saga, a história.

Convém não esquecer que a aquisição deste jogo poderá implicar um custo superior, caso se tornem verdadeiros fãs do mesmo, devido aos DLCs que serão lançados posteriormente: a eShop japonesa conta neste momento com 10 DLCs, todos eles um grande sucesso de vendas no país.

Vejam as imagens em inglês depois do salto!










segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

3DS eShop - 17 de Janeiro de 2013

A espera chegou ao fim: Tokyo Crash Mobs está aí!

Estão aí os downloads desta semana lançados na eShop da Nintendo 3DS, dia 17 de Janeiro de 2013.

Aplicações de download da Nintendo 3DS
- Tokyo Crash Mobs
- Mahjong Mysteries - Ancient Athena

DSiWare
- Zombie Skape

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O trailer mais recente da última aventura de Professor Layton


A Level-5 lançou ontem um novo trailer para Professor Layton and the Azran Legacies, depois de ter confirmado a data de lançamento para dia 28 de Fevereiro em território japonês.
Através do trailer podemos ver um bom bocado daquilo que nos espera neste 6º jogo, quer em termos de exploração, sequências de ação e os obrigatórios puzzles, que parecem utilizar cada vez mais as potencialidades da consola para além do touch-screen, como já foi demonstrado em "Professor Layton and the Miracle Mask".
Parece que esta última aventura de Layton e Luke não ficará limitada a um único espaço geográfico, havendo vários indícios de que esta será uma aventura bastante internacional. As expectativas são muitas e espero que consigam fazer deste um dos melhores títulos da longa série.